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08/11/17 - Agência apoia produção cinematográfica

A AgeRio firmou apoio financeiro com a empresa Escrevendo & Filmes, do segmento de audiovisual, localizada no Centro do Rio. O recurso será destinado à produção cinematográfica “O caso das 10.001 mulheres”, avançando no desenvolvimento inicial do projeto.

Segundo a sócia da empresa, Juliana Reis, a proposta é investir o financiamento na pesquisa e compra de material audiovisual para a produção e pós-produção de vídeos promocionais; em um book de apresentação do projeto, contendo sua identidade visual; no tratamento e tradução de roteiro; na contratação de consultoria internacional para dar suporte à produção; e na divulgação internacional através da participação no festival American Film Market (AFM).

Na fase de pré-produção, a empresa irá contratar uma equipe temporária de seis profissionais, sendo um roteirista, um editor, um montador assistente, um designer gráfico, um tradutor e um operador de câmera. Durante a produção do filme, estima-se cerca de duzentos técnicos e profissionais envolvidos desde o desenvolvimento do projeto até sua comercialização.

De acordo com a Ancine, a indústria do audiovisual gera cerca de 98 mil empregos e movimenta cerca de R$ 24 bilhões anualmente. Além disso, segundo as especificidades do setor, a maioria absoluta dos técnicos prestam serviços em contratos temporários, que podem variar de diárias a períodos semestrais.

Escrevendo & Filmes

A empresa direciona seus serviços para a criação de roteiros audiovisuais, produção e distribuição de filmes, cursos e oficinas de roteiro, além de projetos ligados à fotografia e às artes visuais. Segundo a sócia Juliana Reis, todas as atividades são realizadas com o uso da tecnologia digital e online, sem envolver processos químicos ou produtos inflamáveis.

A sede da empresa é um espaço compartilhado de co-working com um escritório de contabilidade, no Centro do município carioca. Algumas produções também são realizadas no escritório em Petrópolis.

O caso das 10.001 mulheres

O projeto cinematográfico se baseia no fato real ocorrido em 2007: o julgamento de pacientes que utilizaram os serviços de uma clínica médica privada, especializada na saúde da mulher, na capital do Mato Grosso do Sul, para abortar, colocar DIU ou fazer ultrassonografia. As mulheres, cujas fichas médicas foram apreendidas pela polícia, foram envolvidas em uma operação sensacionalista, televisionada no horário nobre.

 

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